segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Saúde bucal: Como identificar uma cárie nos dentes

A cárie é um dos problemas odontológicos mais comuns, atingindo cerca de 90% da população mundial.
Ela é provocada pela ação de determinadas bactérias que podem originar a destruição parcial ou total do dente. As bactérias presentes naturalmente na boca, se juntam aos açúcares e amidos dos alimentos, criando ácidos que junto dos resíduos de comida, desmineralizam o esmalte dos dentes, criando pequenas cavidades, chamadas de lesões de cárie.
Estas, se não forem tratadas adequadamente, com o tempo, podem progredir e destruir por completo o dente.

Quais são as causas da cárie?

O consumo excessivo de alimentos açucarados, como bolos, chocolates e balas, juntamente com uma higienização bucal deficiente, eleva o risco do surgimento das cáries.

Os diferentes estágios da cárie

O processo de cárie é geralmente lento e o início é marcado pelo aparecimento de uma mancha branca na superfície do esmalte que ao progredir leva à formação de uma pequena cavidade. Através desta, as bactérias rapidamente atingem a dentina que é um tecido menos duro que o esmalte, sendo, por isso, mais facilmente dissolvido pelos ácidos produzidos pelas bactérias.
Durante as fases iniciais (cavidades pequenas) não são detectados sintomas significativos. No entanto, em fases mais avançadas (cavidades mais profundas) as queixas podem passar por um desconforto com aumento de sensibilidade e mau hálito, até situações mais complicadas com dor na presença de diferentes tipos de estímulos (quente, frio ou doce), ou mesmo o aparecimento de uma dor espontânea muito intensa. Nestes casos, a cárie atingiu a dentina, originando sintomas cada vez piores à medida que vai ficando mais profunda.

Tratamento

O tratamento mais comum e efetivo para combater a cárie é a restauração da lesão (cavidade), e a orientação adequada da higiene e dieta. Portanto, se apresentar sinais de cárie, é muito importante visitar o dentista imediatamente para receber o tratamento adequado

Como identificar uma cárie

Quando sente a presença de uma cavidade, ou a ausência de uma parte do dente, muito provavelmente terá uma lesão de cárie dentária já avançada. A detecção de cáries numa fase inicial não é fácil e normalmente só consegue ser realizada por médicos dentistas.
Se notar alguma alteração de cor, como manchas brancas, amareladas, acastanhadas ou pretas na parte superior dos dentes (sulcos e fissuras), procure imediatamente por seu dentista. Quanto antes iniciar o tratamento, melhor.

Cuidados: como evitar as cáries

  •  Evitar, ou pelo menos minimizar o consumo de alimentos açucarados e pegajosos
  •  Escovar os dentes regularmente com creme dental com flúor. O flúor ajuda a prevenir a cárie pois torna o dente mais resistente ao processo de desmineralização.
  • Usar diariamente o fio dental para eliminar a placa e partículas de alimentos nos espaços entre os dentes.
  • Fazer uma boa higiene bucal
  • Lembrar-se que escovar os dentes antes de dormir é o mais importante, além de evitar alimentos açucarados à noite,
  • Se não for possível a escovação após ingerir doces ou outro tipo de alimento, tomar um copo de água ajuda a eliminar resíduos, até que possa fazer a higiene adequada.
E claro, o mais importante: visitar regularmente um dentista de sua confiança para um check-up e uma limpeza profissional!

Alinhadores Transparentes: opção discreta para alinhar o sorriso

Há anos os aparelhos ortodônticos eram formados por fios grossos e bráquetes sobressalientes que deixavam o sorriso pesado e causavam desconforto em quem os usava.
Com o avanço da tecnologia, os materiais foram trocados, ficando cada vez mais discretos e menos incômodos e deixando quem usa à vontade para sorrir sem se envergonhar com o chamado “sorriso metálico”.

Alinhador transparente é discreto e envolve tecnologia de ponta

Hoje, além das opções tradicionais, há ainda os alinhadores invisíveis.  Discrição, conforto e eficiência. Esses são alguns dos benefícios desses aparelhos transparentes. Eles funcionam da mesma forma que o aparelho ortodôntico fixo tradicional, aquele metálico, com a vantagem de ser praticamente invisível e removível, ou seja, você consegue fazer o tratamento para alinhar os dentes sem que ninguém perceba e sem precisar mudar seu estilo de vida.
A fabricação dos alinhadores transparentes envolve softwares 3D, já que são customizados para cada paciente, o que garante o sucesso dos resultados.
A movimentação que os alinhadores provocam nos dentes é constante, porém suave, por isso não causam dores ou lesões na boca como acontece com os aparelhos fixos. O paciente faz a troca das placas no consultório, em um intervalo determinado pelo dentista.

Vantagens dos alinhadores transparentes

– Esses são os melhores modelos para quem deseja aliar estética e conforto ao tratamento, sem deixar a eficiência de lado
– Não possui bráquetes;
– O modelo invisível é totalmente imperceptível. Por ser uma moldeira, ele pode ser retirado a qualquer momento, gerando mais conforto e comodidade ao paciente
– Quem utiliza o aparelho invisível não precisa mudar nada na higiene bucal. Basta retirar o acessório e escovar os dentes normalmente
– Os dois proporcionam um sorriso saudável e estético já durante o tratamento ortodôntico;
Importante lembrar que a escolha do tipo de aparelho vai depender do diagnóstico do ortodontista, por isso consulte sempre um profissional de sua confiança.
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Clareamento dental deixa os dentes sensíveis?

O clareamento dental pode deixar os dentes com certa sensibilidade, mas é passageiro.
Ter o sorriso branco e brilhante é o desejo de muita gente. Atualmente, diversas técnicas são utilizadas para o clareamento dental, em casa ou no consultório, entretanto a preocupação de muitos é em relação à sensibilidade.
O processo de clareamento dentário é feito com placas ou moldeiras de silicone que se ajustam ao formato dos dentes e servem para a aplicação do gel clareador dental.

Sensibilidade nos dentes ao fazer clareamento

Apesar de trazer os resultados desejados (e, às vezes, superar as expectativas), alguns tipos de clareamento dental podem, sim, deixar os dentes um pouco mais sensíveis por um tempo.
Em algumas pessoas, o clareamento dental pode trazer uma sensibilidade transitória, causada apenas durante o uso do produto. Terminando o clareamento, os dentes voltam ao que eram antes quanto a sensibilidade. Além disso, o limiar de tolerância a dor varia de um paciente para outro.
Como o clareamento dentário é um tratamento que ataca a superfície do esmalte do dente, existe a possibilidade de que os dentes fiquem mais sensíveis na região próxima da gengiva e da raiz do dente, principalmente logo após o tratamento. Esta sensibilidade varia muito e é de pessoa para pessoa.
Outros fatores do processo de clareamento dentário também podem interferir no aumento da sensibilidade dentária: a alta concentração de peróxido de hidrogênio contida no gel clareador utilizado, principalmente no consultório do dentista, pode aumentar a sensibilidade. Por isso, a aplicação de laser no clareamento dentário feito em consultório ajuda a diminuir a sensibilidade durante a sessão. Outros géis que ajudam a controlar a sensação de sensibilidade do clareamento também são utilizados, tanto em casa, como no consultório do dentista.

Como aliviar a sensibilidade nos dentes

Mesmo assim, existem algumas maneiras de diminuir e também de reverter esse quadro de sensibilidade pós-clareamento dentário.
Evitar substâncias ácidas, que causam erosão do esmalte dos dentes é outra recomendação. Mascar chicletes sem açúcar também pode ajudar, já que isso incentiva a produção de saliva, aumentando a proteção dos dentes ao meio ácido.
A melhor forma é fazer o tratamento com um profissional especializado, já que só assim é possível garantir que a substância clareadora será administrada de maneira correta e na dosagem adequada, sem prejudicar os dentes e a gengiva.

Odontofobia: O que fazer para perder o medo de ir ao dentista?

O medo de dentista tem nome: odontofobia. Assim como todas as outras fobias específicas, a odontofobia resulta de experiências desagradáveis, que podem ser diretas ou indiretas, que envolvem tratamentos que, por vezes, são dolorosos.
Há ainda aqueles que tem pavor do barulho do motor ou da agulha da injeção da anestesia, o que pode gerar ansiedade e fazer com que a pessoa evite o tratamento.
A posição da cadeira do dentista também pode levar a essa fobia. Alguns pacientes podem ter achado seu dentista “insensível, frio ou áspero”, enquanto tratava deles, levando a uma antipatia ou medo permanente de dentistas no geral.

Os sintomas da odontofobia

Além dos sintomas psicológicos, quem sofre de odontofobia também apresenta sintomas físicos. Veja abaixo:
  • Choro, grito, balançar, suar, sentir náuseas.
  • Ataque de pânico: o odontofóbico quer fugir, se esconder, etc.
  • Prevenção é o sintoma mais comum: pode-se evitar ir ao dentista por tanto tempo que pode levar a várias complicações. Gengivite, cáries, ou pior, problemas cardíacos também podem ocorrer em tais indivíduos.
  • Muitas vezes, o medo de dentistas leva a maiores despesas: piora da saúde bucal pode levar a tratamentos mais caros, incluindo tratamento endodôntico, pontes dispendiosas, implantes, coroas etc. Isso se torna um ciclo vicioso, já que devido a este conhecimento, o odontofóbico recusa o tratamento, levando a maiores problemas de saúde.
  • Dentes pobres podem afetar outras áreas da vida do indivíduo: conseguir um emprego onde se espera que se tenha dentes brilhantes e limpos, ou mesmo namoro e relacionamentos podem ser afetados negativamente. A pessoa muitas vezes se torna socialmente retraída, deprimida e isolada.

Como tratar odontofobia e perder medo de dentista?

Acima de tudo, o diálogo é sempre uma boa saída. Manter uma relação de confiança entre paciente e o profissional é um excelente caminho para contornar a situação.
Para crianças, recomenda-se que seja criado o hábito de levar os pequenos no dentista desde cedo, para que acostumem-se e vejam que não há mal nenhum.
Nos casos em que o paciente fica paralisado e o medo extremo leva a outras doenças, o tratamento psicológico e até com medicamentos é essencial – desde que recomendados por especialistas e não comprometam o tratamento.

Obturação caiu? Saiba o que você deve fazer

Obturações e restaurações dentárias não são sempre permanentes e merecem cuidado redobrado. Saiba neste post o que fazer quando uma obturação cai. 
Uma obturação dentária, ou restauração dentária, é um procedimento de reconstrução de um dente que sofreu com uma cárie. A restauração também pode ser uma alternativa para reconstruir dentes que foram quebrados ou lascados.
A restauração de um dente exige, como em qualquer tratamento odontológico, alguns cuidados, em especial logo nos primeiros dias após o processo.

Como funciona a restauração?

Quando um dente é acometido por cárie ou sofre alguma lesão, é necessário que o paciente recorra o mais urgente possível a uma avaliação com um dentista, para que esse possa indicar a melhor forma de prosseguir. Geralmente, uma restauração é aconselhada para não deixar a parte interna do dente exposta.
No caso de dentes cariados, existem diversos tipos e materiais para restauração, mas os mais utilizados atualmente são as resinas compostas, que combinam com a coloração dos dentes, dando um aspecto mais natural. Outras opções são amálgama, porcelana e até de ouro. Cada uma delas tem variações de valores e podem durar mais ou menos em relação a outra.
O dentista removerá parte do tecido que foi prejudicado pela cárie, fará uma limpeza interna e voltará a preencher o espaço com o material escolhido.

Minha obturação caiu. E agora?

Nem todas as restaurações são para sempre e, dependendo do material, podem precisar de uma troca eventualmente. Dependendo de vários fatores, incluindo a higiene bucal do paciente, esse tempo pode ser maior ou menor.
Também pode haver a queda da obturação seja por fatores externos (bater o dente ou morder um alimento duro) ou pela qualidade do serviço/material.
A restauração e a parte externa do dente (esmalte) protegem as partes internas do dente (dentina e a polpa) que respondem dolorosamente a diversos estímulos. Se uma restauração quebrou, essas partes internas ficam desprotegidas e as bactérias presentes na boca podem penetrar nas outras estruturas do dente.
Seja qual for o caso, quando uma obturação cai, o paciente deve buscar auxílio de um dentista – mesmo que não sinta dor.

Cuidados com a restauração

Quais os cuidados você deve tomar com a sua restauração? Veja abaixo as dicas dos especialistas:
  • Caso tenha sido anestesiado durante a obturação, evite alimentação até o fim do efeito da anestesia;
  • Evite alimentos muito frios ou muito quentes nas primeiras horas após a restauração dental;
  • Alimentos muito duros, principalmente durante os primeiros dias após o tratamento, também podem ser prejudiciais para obturação e, se possível, devem ser evitados;
  • Uma dica interessante é mastigar com o lado contrário ao da obturação, para contribuir com a fixação do material restaurador;
  • Faça visitas regulares ao dentista para verificar o estado da restauração e para eventuais reparos, se necessário.

Restauração que caiu pode causar complicações

Há uma série de complicações que podem ocorrer quando não visitamos o dentista em caso de queda de uma obturação ou mesmo quando não realizamos consultas para acompanhamento do tratamento. Dentre elas, estão:
» Aparecimento de dores de dente com maior frequência e intensidade;
» Gengivite;
» Exposição a cáries, que podem levar a um tratamento de canal;
» Em casos mais graves, extração do dente.
Por tudo isso, caso sua obturação tenha caído ou mesmo note alguma falha em sua restauração dental, não deixe de se consultar com um profissional.  Quanto antes tratar, menor o risco de complicações.